quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A importância do pré-natal


As mães são mundialmente conhecidas por ter um amor incondicional por seus filhos. Sejam eles adotados ou não, sempre ouvimos que amor de mãe não existe igual, ou até mesmo comparações com o coração da mãe, onde sempre haverá lugar para mais um.

Com isso, percebemos a importância do acompanhamento do pré-natal nas gestantes. O pré-natal é formado por consultas, exames e tratamentos necessários para o bom desenvolvimento do bebê e para que haja o acompanhamento do médico com a mãe e seu filho.

No pré-natal, doenças podem ser diagnosticadas a tempo de intervirem em alguma complicação para o bebê e para a mulher. Muitas se privam desse acompanhamento, o que não é recomendado.

Alguns exames devem ser feitos em todo o período da gestação. Uma vez por trimestre, de preferência, as grávidas devem dar prioridade a realização de testes como: Urina e feses; sangue; sífilis, HIV; Hepatite B e C, toxoplasmose; rubéola; HTLV, chagas e brucelose.

Procurar um médico e um hospital para realizar esses exames é uma grande chance para evitar complicações para a mulher e principalmente para o bebê.


Fonte da imagem: Google http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/01/gravida.jpg

Você e o verão



Olá pessoal, quero pedir desculpa pela demora da postagem, mas como estou terminando a faculdade, estou com o tempo um pouco corrido, mas prometo voltar com as postagens freqüentes.

Bom, o verão está chegando e todas as mulheres se preocupam com a boa forma, inclusive as gestantes.

Sabemos que no período da gravidez, o corpo muda e as medidas aumentam, mas a mulher se torna muito bonita e feminina nessa época. Mesmo que se ache feia e gorda, a gestante ganha um charme, carisma e elegância ao exibir a sua barriga. Mas para que isso aconteça de forma positiva, ela precisa também tomar cuidados com peso e com pele.

Quem pretende viajar e pegar um sol, é sempre bom lembrar que não precisa sentir vergonha do corpo, seja lá como ele for, mas saber também que se cuidar é importante, tanto para a gestante, quanto para o bebê.

Algumas mulheres sentem insegurança com relação a prática de exercícios físicos durante a gravidez, mas, a Drª Lilian Calafel, ginecologista e obstetra, esclarece que os exercícios são sim recomendados. Nos três primeiros meses, a mulher deve fazer apenas uma caminhada, leve e tranquila, para não manter o corpo parado.

Nos meses seguintes, ela poderá fazer alongamentos e alguns exercícios mais leves. Não é recomendado que a gestante pratique musculação, natação ou exercícios que exijam muito do corpo. O ideal mesmo é a caminhada, ioga e hidroginástica. Mas como sabemos, sempre consulte o seu médico para saber o que é recomendado para você.

Fonte da imagem: http://www.truquesdemulher.com/2008/06/exerccio-fsico-durante-gravidez.html


sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Um lindo testemunho: Pré-eclâmpsia


“Olá, meu nome é Cristiane Sutero, tenho 29 anos e estou aqui para compartilhar com vocês um pouquinho da minha história. Desenvolvi hipertensão durante a gravidez da minha filha. Por esse motivo ela teve que nascer antes do previsto, com 32 semanas. A minha gravidez foi desejada, esperada e super planejada, e quando recebemos a notícia ficamos radiantes com a novidade.

Desde o início da gestação eu comecei a inchar. Com três meses, eu já havia engordado 8kg, e minha pressão, que sempre foi muito baixa, começou a subir de uma forma gradativa, mas a cada ida ao obstetra observávamos que ela estava aumentando, não só a pressão, mas o meu peso também. Quando a minha filha estava com 28 semanas, fui visitar a minha médica e ela me pediu que ficasse alerta e que sempre que possível verificasse a minha pressão. Passei a aferir a minha PA (pressão arterial) três vezes por semana. A essa altura eu já estava 25 kg mais pesada. E todos da minha família entraram em estado de ALERTA total, eu já estava entrando no quadro da pré-eclâmpsia.

Na 29ª semana de gravidez, ao acordar, me olhei no espelho e levei um susto, eu estava completamente “deformada’. Super, híper inchada. Meus olhos, minha boca e o meu nariz, estavam enormes. Não sentia absolutamente mais nada. Só o inchaço foi o suficiente para perceber que alguma coisa estava muito errada. Fui direto para o hospital, fui internada e de lá só saí depois do nascimento da minha pequena. Tomei todos os remédios possíveis para a minha pressão abaixar, mas nada resolvia. Toda vez que uma enfermeira entrava no quarto para medir a minha PA (e olha que isso acontecia de 1 em 1 hora), acho que aumentava ainda mais.

Depois de mais de 20 dias hospitalizada a Pietra nasceu, com 32 semanas de vida, medindo 42 cm e pesando 1.845 (um filezinho de borboleta). Na hora do parto pedi muito a Deus que me desse calma para que tudo corresse bem. Pedia para que ela pudesse vir ao mundo bem e com saúde, e que eu também ficasse bem para poder cria-lá e vê-la crescer. Fui atendida. Ela teve que ficar alguns dias na UTI Neonatal para ganhar peso (nesses casos os médicos só liberam o bebê quando ele atinge 2 kg). Depois de 19 dias eu estava com minha princesinha nos braços e em casa.

Contei com a ajuda de Deus, mas também, com uma equipe médica muito competente e que acima de tudo eu confiava. Nessas horas a cumplicidade e confiança entre paciente e médico são fundamentais. Durante todo esse “processo”, o momento mais difícil para mim, foi ter que ir embora do hospital (quando tive alta) e deixar a Pietra lá. Foi um sofrimento sem dimensão (apesar de ter plena consciência e certeza de que ali, naquele momento da sua vida, seria o lugar mais adequado para ela ficar), mas como eu costumo dizer, nenhuma mãe esta preparada para ganhar um filho e deixá-lo para trás, porque o sentimento é esse, como se você tivesse deixando um pedaço de você (e é mais ou menos isso que acontece mesmo).

Hoje está tudo bem, Pietra completa um ano de idade no dia 30 de novembro (está linda e sapeca), minha pressão voltou ao normal (o que não acontece para algumas mulheres, elas acabam tornando-se hipertensas crônicas) e já consegui emagrecer 25kg dos 28 que ganhei na gestação. Estou muito feliz e realizada em ser MÃE.

Aí vão os meus conselhos para as futuras mamães e algumas dicas para quem pretende engravidar. Preste ATENÇÃO no seu corpo. Ele, a todo o momento, dá sinais quando algo não vai bem. Fiquem atentas à pré-eclâmpsia ou eclâmpsia, é muito perigosa e pode matar, se não diagnosticada e tratada a tempo. Procure um obstetra em que você tenha confiança. Corte o sal e tenha uma alimentação balanceada e se possível procure um nutricionista. Faça exercícios físicos regularmente, uma caminhada ou hidroginástica são ótimas opções. E curta muito cada momento da sua gravidez. Beijinhos e fiquem com Deus.”

Cristiane Sutero, 29 anos

Fonte da imagem: Cristiane Sutero

A pré-eclâmpsia

Olá queridos leitores.
Hoje falaremos um pouco sobre uma doença séria e mais comum do que podemos imaginar, que acontece com muitas gestantes, a pré-eclâmpsia.

A pré-eclâmpsia é caracterizada pela elevação da PA (Pressão Arterial). Quando a gestante desenvolve aumento de pressão e começa a eliminar proteínas pela urina, a partir da 20ª semana, poderá ser diagnosticada com pré-eclâmpsia. Além da hipertensão, há sinais de inchaço nas pernas que podem chegar a atingir o corpo inteiro. Os vasos sanguíneos da mulher são comprimidos, o que dificulta o suprimento de sangue e oxigênio ao feto, à placenta, aos rins, ao fígado, aos olhos, ao cérebro e a outros órgãos da mulher.

Infelizmente, os casos de pré-eclâmpsia atingem 5% das mulheres grávidas e é mais comum de acontecer com mães de primeira viagem, ou mães de gemêos ou múltiplos. A atenção também deve ser redobrada, para aquelas que possuem parentes com histórico de hipertensão, como mães, avós e tias.

Os bebês de mães que sofreram pré-eclâmpsia, infelizmente, apresentam mais probabilidade de ter problemas de saúde do que bebês de mães que não sofreram nada durante a gestação e normalmente nascem abaixo do peso e abaixo do tamanho pelo mal funcionamento da placenta.

No caso da pré-eclâmpsia ser detectada pelo médico, a mulher deve controlar o uso de sal na alimentação e beber bastante água, pois a retenção de líquido também faz parte de seus sintomas.

No próximo post teremos o testemunho de uma mãe de primeira viagem que, infelizmente, passou por isso, mas hoje nos conta com alegria como venceu a pré-eclâmpsia e como ela e sua filha estão bem.


Obrigada pela atenção.
Beijos a todos.

sábado, 18 de outubro de 2008

A hora do parto

O parto é um dos momentos reconhecidos como o mais conturbado, alegre e preocupante para toda uma família.
Esse momento que pode demorar 15 minutos ou até mesmo 30 horas, transforma uma gestante e uma mãe, um ser embrionário, eu um ser humano e, em alguns casos, um casal em uma família.
É um momento lindo, doloroso e para algumas mães, infelizmente, inadiável. O parto faz parte de um dos momentos da vida em que não temos o controle, mas ao mesmo tempo, só nós, mulheres, podemos torná-lo real.
Muito é falado em torno do parto. A dor, a demora, o medo, a alegria, a responsabilidade. Com isso, muitos pais se sentem incapazes de ajudar e ao mesmo, precisam dizer que estão preparados para sentir o que a mulher sente. Nesse momento, a mulher precisa se sentir confortável e segura de que é capaz de realizar o parto.
Controlar a respiração, saber a hora de fazer força, controlar as emoções, muitas coisas a fazer. Essas preocupações fazem desse momento, um dos momentos mais decisivos e prazerosos da vida de uma mulher. Muitas vezes, a mulher precisa apenas saber que não está sozinha e que seu companheiro está ao seu lado.


Os números de parto no Brasil cresceram de forma surpreendente. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil nascem cerca de 3 milhões de bebês todos os anos. Entre esses 3 milhões de crianças, 45% nascem de parto cesárea. Com isso, ficamos em primeiro lugar no ranking de partos cirúrgicos no mundo, enquanto a Holanda é destacada com apenas 14% de partos cesárea.
Muitos motivos são colocados pelos pais que escolhem esse parto. A comodidade, a chance de arrumar tudo com antecedência, sem correria e na maioria dos casos, sem grandes surpresas. Infelizmente, esse número vem aumentando de forma desenfreada e cada vez mais, o parto de forma natural vem sendo esquecido pelos casais.
A tecnologia e a vida corrida acaba auxiliando esse crescimento das cirúrgias nos partos, mas nem sempre é o mais adequado para as mães e para os bebês.

Já o parto normal muitas vezes trás à mulher um medo da dor e a pergunta, será que vou conseguir? Muitas na verdade, se sentem incentivadas pelas mães e avós ao perceber que elas foram capazes de ter seus filhos de forma normal, sem medicamentos ou cortes, mas, ao mesmo tempo em que elas se sentem encorajadas, também se sentem desafiadas e com uma carga pesada de capacidade imposta por elas próprias.

É preciso ter pensamento confiante e saber que não estará sozinha para enfrentar esse momento.
Em vários lugares hoje é possível encontrar informações sobre as diferentes formas de parto e quais os seus pontos positivos e negativos.
Nesse quadro, publicado pela Revista Galileu, podemos entender um pouco mais sobre o parto e, se você tiver a chance, escolher o que lhe parecer melhor, para você e para o seu bebê.


CESARIANA
Como é feita: sempre no hospital e com anestesia, dos tipos ráqui ou peridural. É feita a partir de um corte de 8 a 10 cm no sentido transversal, na parte baixa do ventre, bem na borda dos pêlos pubianos. O procedimento é conduzido por uma equipe multidisciplinar com cirurgião obstetra, auxiliar do cirurgião, anestesista, neonatologista, enfermeiras e auxiliares. Além disso, é preciso que o hospital ou a maternidade tenha equipamentos para suporte à vida em situações críticas, como respirador, medicamentos, UTI neonatal e adulto e banco de sangue

Por que é boa para o bebê: é menos traumática. Se a criança estiver sentada ou for muito grande, a cirurgia evita que ela fique presa na hora de sair do canal do parto. O mesmo ocorre se houver descolamento de placenta. A cesárea é indicada em casos em que a mãe tem alguma infecção viral, como HIV ou herpes genital

Por que é boa para a mãe: é melhor quando o bebê é muito grande, causando desproporção entre a cabeça e a pelve da mãe, por conta da dificuldade que haverá em sua expulsão ou se a mãe sofrer de diabetes ou hipertensão

Quando não é recomendada: quando não houver motivos clínicos, e a mãe e o bebê estiverem saudáveis

PARTO NORMAL
Como é feito: comum em hospitais e maternidades, com ou sem a aplicação de anestesia ou outras drogas, como as de indução. Divide-se em:

Semideitada: a mulher fica encostada na cama, erguida a 45 graus, com as pernas ou os pés apoiados em um suporte. A saída do bebê é facilitada pela força da gravidade

De cócoras: a mãe permanece agachada, com os pés no chão. Seu companheiro fica atrás dela, segurando-a pelas axilas ou com o apoio de barras de ferro ou cadeiras. O acesso do médico ao bebê é mais difícil porque ele nasce a apenas 15 cm do chão. O parto feito nessa posição é mais rápido e mais saudável para a criança

De lado: na cama, deitada sobre seu lado esquerdo, a mulher estende a perna esquerda e deixa a direita dobrada. No momento do nascimento do bebê, a mulher recebe ajuda para facilitar a abertura da perna. Nessa posição, não há pressão do útero sobre a veia cava. Isso evita a diminuição do recebimento de oxigênio pelo bebê

Na água: não é possível aplicar a anestesia, mesmo no hospital. A mulher fica em uma banheira, com água aquecida a 36 oC. O ambiente alivia as dores das contrações e o estresse, além de aumentar a irrigação sanguínea e relaxar a musculatura. Permite um nascimento mais suave e natural, porque o bebê continua envolto em água, como no útero da mãe. E ele não se afoga, já que ainda respira pelo cordão umbilical por pelo menos 20 segundos depois do parto

Parto natural ou humanizado: sem o uso de anestesia ou qualquer outra droga, é realizado em hospitais, casas de parto e até mesmo na casa da família. Parteiras ou doulas podem conduzir o procedimento. Galileu recomenda: sempre consulte seu médico

Por que é bom para o bebê: segue o processo natural. A criança nasce na hora certa, a não ser nos casos de prematuros. Outro beneficio é que o tórax do bebê é comprimido ao passar pelo canal de parto, o que faz com que ele expulse secreções das vias respiratórias, tornando-o mais adaptado a respirar, já que seu pulmão expande-se lentamente depois do parto

Por que é bom para a mãe: além do benefício psicológico, decorrente da satisfação em poder dar à luz naturalmente, a recuperação é mais rápida e são menores as chances de complicações, como sangramentos ou infecções, por exemplo

Quando não é indicado: quando a mãe ou o bebê apresentam problemas que recomendam a realização de um parto cirúrgico - se a mulher tiver hipertensão ou diabetes, por exemplo

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG84544-7943-207,00-PARTO+SEM+CORTES.html

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Sono tranqüilo na gravidez, como conseguir?


É comum, durante a gestação, que as mulheres sintam certos desconfortos na hora de dormir. Essa hora, que antes era a melhor hora do dia, para descansar e se preparar para o dia seguinte, no período gestacional se transforma em agonia, desconforto e impaciência.

Esses problemas que algumas mulheres sofrem estão relacionados muitas vezes com a alteração dos hormônios e com o tamanho da barriga. Essas informações vêm de um estudo realizado na Universidade de Paris, na França. Normalmente, quando há o aumento dos hormônios, o volume do sangue aumenta em até 50%, e isso faz com que o esforço feito pelo coração para bombear o sangue aumente, por isso, o desconforto e a dificuldade na hora de dormir.

As variações na escala do sono também são comuns. Algumas mulheres, no primeiro trimestre, sentem muita sonolência, essa mudança é devido também aos hormônios, principalmente pelo aumento da progesterona, o hormônio responsável pelo sono.

Para as que sentem dificuldade de achar uma boa posição na hora de dormir, um especialista dá a dica para a Revista Crescer. "A melhor maneira de a mulher dormir tranquila é virada para o lado esquerdo. 'Essa é a forma mais adequada porque o coração fica do lado esquerdo do corpo, enviando mais oxigênio e nutrientes para o bebê'", diz Luis Fernando.

Antes de dormir, tente ouvir uma música bem calma, e relaxante, procure não fazer refeições muito pesadas e diminua o ritmo de suas atividades ao anoitecer, essas pequenas atitudes, podem ajudar você a melhorar a noite de sono, para você e para seu bebê.


Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI14306-10570,00.html http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI11515-10570,00.html

Fonte da imagem: http://www.bubblebaby.ie/images/products/dreamgenii.png

sábado, 11 de outubro de 2008

A figura paterna


Olá, tudo bem?

Fico feliz em ler os comentários e ver que estamos podendo quebrar mitos e auxiliar tantas mães e famílias. Mas, uma figura muito importante nessa fase e que muitas vezes pode não saber o que fazer, é o pai. Isso mesmo, muitos se sentem inseguros e não sabem como se comportar diante da gravidez da mulher.

Por se encontrarem em uma situação muito particular, como é a gestação, onde há a barriga da mulher e o feto, muitos pais não sabem o que pode ser feito nessa fase para que eles possam também participar e ajudar a mulher que está passando por um misto de sentimentos e seu corpo está se transformando rapidamente.

O pai precisa estar presente durante e após a gravidez de forma intensa. O amor do pai é tão forte e tão importante quanto o amor da mãe.

Massagens e conversas com a mãe e com o bebê intra uterino podem e devem ser feitas pelos pais. Isso o ajudará a se sentir parte do processo gestacional, a mostrar ao filho que está presente e a cuidar da mulher, demonstrando amor, afeto e carinho pelos dois.

"Fazer massagem eu sei que ajuda muito e estou sempre me propondo a fazer e tento não deixá-la nervosa" diz Gustavo Castro, 25 anos, pai de primeira viagem e completa, "Já o parto eu não sei se terei coragem, andei vendo alguns vídeos e a mulher sofre muito."

Pois é, a massagem durante a gestação, nos pés, nas pernas ou onde a mulher precisar, pode ajudar muito e fazer com que o casal se sinta mais próximo.

Entender as mudanças hormonais que ocorrem não é uma tarefa fácil, mas é preciso que aconteça para ajudar a companheira a se manter calma e relaxada, por ela e pelo bebê.

Outra preocupação é com relação a hora do parto. Muitos pais não sabem o que fazer e acham que essa é um momento apenas das mães. Hoje temos a chance de ver que hospitais em todo o país disponibilizam curso para ensinar como se portar com a gestante e como participar do nascimento do filho.

Ajudar a mulher a controlar a respiração, a entender que o parto é dificil mas também prazeroso, e que ela não está sozinha, faz parte de uma das atividades que os pais devem exercer.

Aqui estão os nomes de dois hospitais que atendem a esses casais no Curso de Gestantes e auxiliam nas dúvidas com relação a pré parto, parto e pós parto.

Hospital Santa Luzia
SHLS 716, Conj E Lote 5
Setor Hospitalar Sul
Informações: 34456000
O Curso acontece uma vez por mês e cada casal contribui com 20 reais.

Hospital Brasília
SHIS QI 15 Lote G
Lago Sul
Informações: 32489067
O curso acontece uma vez por mês e é gratuito.


Fonte da imagem: http://trabszttt.blogspot.com/2008/01/papel-do-pai-na-gravidez.html

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A tintura dos cabelos na gravidez

A preocupação com a aparência é uma das características mais marcantes de uma mulher. Sempre queremos estar bonitas, preparadas para qualquer situação inesperada, e, como dizem, o cabelo diz muito sobre uma pessoa.

Ai, quando você está grávida, sempre aparece àquela preocupação com relação à tintura, relaxamentos, ou uso de qualquer produto químico nos cabelos. Bom... Essa é uma dúvida que me parece comum, então fui atrás de respostas para ela. O que eu descobri? Que sim, é permitido fazer tintura no cabelo durante a gestação. Há um tempo, era normal ouvirmos histórias de que era proibida a aplicação de tintas nos cabelos em qualquer período da gravidez, mas hoje já sabemos que não é assim.

A mulher pode fazer o uso dessa química se estiver atenta a composição do produto e tomar os devidos cuidados ao procurar um bom profissional. Ele deve respeitar as condições de uso do produto na mulher como, aplicar a tinta a uma distância de meio centímetro da raiz do cabelo, pois nossa pele absorve essas substâncias que são muito fortes e pode não fazer bem para o bebê. Então, poupando a raiz, não haverá problemas em fazer uso da tintura. Para que você se sinta mais segura ao pintar o cabelo, tenha certeza de que o produto não leva chumbo em sua composição e saiba a procedência dessa tinta como, laboratório, composição e contra-indicações.

Hoje, já se sabe que a formação do bebê se dá até as 12 primeiras semanas. Segundo alguns médicos, nessas semanas em que o bebê está se formando, é interessante evitar o uso da tintura pela fragilidade do corpo. Já outro grupo de médicos costuma não ver problema na tintura até mesmo nessa fase. Então, nada melhor do que consultar o seu médico e saber a opinião dele.

Uns dos tratamentos que são normalmente negados pelos médicos são os alisamentos, relaxamentos e escovas progressivas. Alguns pedem para que a mãe não os faça pela sua composição, pela presença de formol, pela grande carga de amônia e pela fragilidade que causa à pele. Nesse caso, pergunte também ao seu médico se será indicado a você fazer a utilização desses produtos.


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Cuidados com a alimentação


Olá leitores queridos! Como estou feliz em ver toda a participação de vocês aqui.
Leio os comentários e prometo trazer respostas assim que possível.
Mas você futura mamãe, ou você que está pensando em engravidar, já pensou na importância que a alimentação tem nessa fase de sua vida?
Sempre ouvimos, em todo o tempo de nossas vidas, que devemos cuidar da nossa alimentação, e esse cuidado deve ser redobrado no período gestacional.

Durante a gravidez, os médicos recomendam uma dieta rica em fibras e verduras. Uma coisa que é importante fazer também, segundo a ginecologista e obstetra, Drª. Lilian Calafel, é tomar complexo vitamínico. "Mesmo que ela (a mãe) tenha uma dieta rica em folhas e rica em frutas, ela deve tomar o complexo vitamínico, por que o que ela consome, é insuficiente para as necessidades do bebê", diz a médica.
Também é indicado à gestante evitar ao máximo os alimentos mal cozidos, peixes crus, carnes mal passadas, verduras mal lavadas. Além de melhorar a digestão, a mulher estará se previnindo contra possíveis doenças passadas por essas comidas.
Toda essa alimentação balanceada, fará bem não só para o bebê, como para você. Ajudará no alívio da azia, que é muito comum nesse período, enjôos, controle de peso e até mesmo cuidados com a pele.

Postarei aqui uma dieta indicada por uma nutricionista para a Revista Crescer. Quem quiser mais informações, o link da matéria seguirá abaixo.

Café-da-manhã
· 1 copo (200ml) de leite desnatado com café ou com 1 colher (sobremesa) de achocolatado ou 1 copo de iogurte
· 2 fatias de pão de forma integral ou 1 pão francês
· 1 fatia média de queijo branco ou 1 colher (sobremesa) de requeijão light ou 1 fatia grossa de ricota
· 1 fatia de melão ou 1 maçã ou 1/2 papaia

Lanche da manhã
· 1 copo (200ml) de iogurte e 2 colheres (sopa) de granola ou 1 colher (sopa) de aveia e 1 banana-prata ou 1 copo de leite batido com fruta

Almoço

· 1 prato de sobremesa de rúcula, alface e 3 tomates-cerejas 1 colher (sobremesa) de uva-passa · 4 colheres (sopa) de beterraba refogada
· 4 colheres (sopa) de arroz branco ou 3 pegadores de massa ao sugo ou 3 colheres (sopa) de arroz integral
· 3 colheres (sopa) de lentilha ou feijão ou grão-de-bico
· 1 sobrecoxa assada sem pele ou 1 bife ou 200g de peixe
· 1 mexerica ou 1 taça de gelatina ou 1 porção de fruta

Lanche da tarde
· 4 colheres (sopa) de salada de fruta com 2 damascos secos picados ou 1 fatia de pão de forma com 1 fatia média de queijo branco e 1 copo (200ml) de suco concentrado light

Jantar
· 1 prato de sobremesa de acelga, agrião e 3 azeitonas
· 3 colheres (sopa) de cenoura souté
· 3 colheres (sopa) de purê de mandioquinha ou purê de batata ou 3 colheres (sopa) de arroz branco ou integral
· 1 filé mignon grelhado com molho de champignon ou 1 filé de frango ou 1 filé de peixe grelhado, assado ou cozido
· 1/2 papaia ou 1 pêra ou 1 cacho pequeno de uvas

Ceia
· 1 xícara (chá) de erva-cidreira com 1 colher (chá) de mel, 2 torradas e 1 polenguinho light ou 1 copo (200ml) de iogurte ou leite desnatado com achocolatado

Obrigada a todos pela participação.
Abraços



Fonte: Patrícia Cruz, nutricionista
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI2770-10563,00.html

Fonte da imagem: http://143.107.180.237/cbme/index.php/news_site/imagens/biologia__1/botanica__1/salada